Terça-feira, 24 de Março de 2009

Speak Up


Segundo a Wikipedia:

Em inglês, a palavra Honesty e Honor são bem parecidas, talvez por que a honestidade seja uma das características que define uma pessoa com honra.

Honra é a avaliação do procedimento de uma pessoa e estado social baseado nas adoções daquele indivíduo e ações.

Honestidade é o valor de falar a verdade e criar confiança na mente dos outros.

O verdadeiro propósito desse texto é discorrer sobre a falta de honestidade das pessoas, ou seja, a falta de capacidade de falar a verdade (o que não implica em mentir, mas talvez omitir) tanto com elas mesmas, quanto com as pessoas ao seu redor.

Não é de hoje que eu digo ser contra psicólogos e mais ainda contra psiquiatras, é algo que na minha mente não precisaria existir, se as pessoas se permitissem falar o que sentem umas para as outras, quando necessário.

Quando um garoto de 16 anos começa a notar que perde muito mais tempo olhando os seus amigos tomando banho no chuveiro da escola ou do clube do que olhando as meninas tomando sol, ele tende a esconder isso, pois sabe que não somente a sua mãe e sei pai não vão aceitar esse fato naturalmente, assim como a sociedade tende a excluí-lo por não ser o comportamento normalmente aceito. Ele provavelmente venha a esconder isso somente para ele, com medo de ser discriminado, certamente o rendimento escolar irá cair, pois ele não consegue se concentrar na aula, pois fica pensando se alguém sabe, ou se souberem como seria, e talvez até venha a desenvolver atitudes agressivas com os amigos e a família para tentar se defender. Claro que nesse exemplo todo, eu estou favorecendo o meu ponto de vista, mas vamos em frente.

O caso é que, já imaginaram se ele conta para os pais, e os pais aceitam totalmente a natureza do filho, e ainda apóiam ele em todas as decisões que ele venha a tomar quanto a sua sexualidade. Ele não teria perdido horas de sono pensando em como seria se eles não aceitassem, ele não teria pego recuperação na escola, e nem discutido com os seus amigos por nada.

A questão é, isso não acontece só nesse exemplo, famílias que possuem os mais diversos problemas não conversam uns com os outros, pois tem medo de como serão julgados por seus familiares, eu não entendo como isso pode existir. A família deveria ser o pilar de qualquer pessoa, e não um trator que passa por cima dela. Nós deveríamos ser capazes de compartilhar todo o tipo de experiência dentro de casa, não que não devêssemos ser julgados dentro de casa, mas para que ao compartilhar um pensamento ou uma experiência pudéssemos debater se aquilo foi ou não correto e/ou por que fizemos aquilo. Enfim que fosse um ambiente onde pudéssemos nos sentir seguros para falar o que pensamos, e ao invés disso encaramos nossa casa como uma prisão, aonde somos obrigados a viver e conviver com as pessoas que lá estão.

As conseqüências todos já conhecem, um garoto que entra numa escola e atira em 12 colegas, ou um pai que estupra a própria filha.

É óbvio que nada disso que eu citei aqui, é fácil de ser posto em prática, mas com certeza nada do que eu disse aqui é pura teoria. É realmente muito difícil, inclusive para mim, falar o que eu realmente quero dizer e agir da forma a qual eu acho que seria a correta.

Talvez a honestidade plena, seja algo impossível e até mesmo prejudicial, afinal de contas o termo sincericídio não é de hoje, mas nem é a isso que eu me apego, mas sim ao fato de, quando existe um problema considerável com uma pessoa, que diz respeito a outra(s) e que poderia ser solucionado através de um diálogo, eu acredito que as pessoas deveriam por isso pra fora.

Atenção para o modo como isso é feito. Se eu quero dizer não para uma pessoa, eu não posso simplesmente chegar pra ela e gritar. NÃO!. Ela não vai entender como não, mas sim como um nunca, ou mesmo como uma ofensa. A dificuldade de comunicação não se baseia apenas no fato de uma pessoa exteriorizar o que sente, mas também em como a outra pessoa vai receber a informação. Talvez isso seja ainda mais difícil de se aprender . Aprender não só a falar o que se está sentindo, mas também fazer a pessoa que está escutando, sentir o que você está sentido. Uma das pessoas deve estar preparada para falar e outra para ouvir, é comum quando uma pessoa está desabafando, e no meio da conversa ela é interrompida pela que está ouvindo e já começam a argumentar sem nem mesmo o raciocínio da primeira pessoa ter sido concluído.

Mas não, nem tudo está perdido, pois existe a família que nos permitiram escolher como um dia eu li em algum provérbio popular. Os amigos acabam por serem aqueles nos quais podemos confiar, e falar tudo aquilo que fazemos e/ou pensamos em fazer. E por isso sou grato, não só por ter uma família na qual, em parte, eu posso dividir os meus pensamentos e as minhas experiências, mas também por poder contar com amigos que ao ouvir o que tenho a dizer, me ajudam a encontrar as respostas que eu busco.

Entendam, que o ideal, não é que se confie somente na família, ou somente nos amigos, mas sim, que exista uma abertura na família para expor seus sentimentos e que fora de casa possa se conversar com pessoas que compartilham a mesma idade, meio e interesses comuns, para que novas conclusões possam ser geradas.

E sim, há ainda a falta de honestidade entre os amigos, a qual, pessoalmente me deixa muito magoado, claro, como eu disse anteriormente, não existe honestidade plena, em que se fala tudo que se pensa para a pessoa, até por que as conseqüências podem ser catastróficas. Além de ser completamente saudável guardar alguns pensamentos só pra si mesmo.

O fato que me deixa chateado, é quando um amigo tem um problema comigo e não se abre, talvez por medo que eu vá julgar, ou por não querer se expor, ou mostrar que tem fraquezas, mas afinal de contas, pra que serve amigo, se não para desabafar?

Será que eu sou tão crítico assim? Espero que não, espero que em alguma porcentagem eu consiga ser aquele que sabe escutar até o final e trocar idéias com a pessoa para se chegar a um senso comum. Ou não, as vezes tudo que uma pessoa precisa é um ouvido, e nada mais. Amigo é aquele que sabe tudo a seu respeito e ainda assim, te aceita como você é, eu já tenho “conhecidos” demais que eu não falo ¼ da minha vida particular, não preciso de mais um.

Meu nome é Jorge Eduardo, e eu estou aqui para convoca-los.

Sejam honestos, consigo e com os outros, permitam que as pessoas que as amam, saibam o que você sente.

Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

Viver é melhor que sonhar

Nossa, as vezes é tão difícil responder a algumas perguntas.
Tudo bem?
Na maioria das vezes as pessoas só querem ser educadas e sempre respondem: "tudo, e contigo?".
E a outra pessoa responde: "Tudo."

Mas a verdade nem sempre é essa, não que eu esteja pessimista, claro que a minha vida sempre está bem, afinal, eu aprendi com o tempo que não adianta nada contabilizar as infelicidades, até por que elas não deixam de ser problemas temporários, que, como o nome já diz, com o tempo, tendem a desaparecer.

Mas independente de enxergar o copo meio vazio ou meio cheio, o que eu queria falar é sobre as fases em que a gente se encontra, em certos momentos da vida.

Tipo, eu, agora.
Porque esse blog é meu, e eu to afim.

Eu sempre me senti, sem grupo. Não sei se todos sabem, mas é que normalmente as pessoas são de um grupinho, e dão até nomes pra eles, e tal, ou são do grupo do indies, dos metaleiros, dos pops, enfim. Desde o colégio eu nunca pertenci direito a um grupo, eu sempre transitei muito bem entre todos eles, mas nunca fui de sair mais com um do que com outro. Eu achava isso muito bom, porque eu conhecia bastante gente.
Infelizmente a tendência, depois que o colégio acaba, é as pessoas irem se afastando. Na vida de adulto eu não sei como funciona, mal entrei nela, aliás, entrei?
O que acontece, é que nunca me senti mais sem grupo na minha vida, eu tenho amigos, eu conheço gente, mas eu não tenho uma ligação íntima. Talvez algumas pessoas que lêem isso se impressionem, ou sei lá. Mas é estranho...
Por exemplo, no colégio, eu tinha amigos que eu jamais me cansava de conversar, ver, conviver. Eu inclusive passava o dia com eles no colégio e depois que chegava em casa, passava a noite inteira no msn via voz.
Eu não digo que não amo meus amigos atuais, eu realmente amo, e não sei o que seria sem eles, inclusive alguns deles eu trouxe do colégio. Mas é diferente, eu realmente não sei se é o fato de não ver eles diariamente, ou de ter um grupo, de trabalho, de faculdade e de amigos separados enfraqueça no geral as relações, mas com certeza não é a mesma coisa do colégio.

Não sei, eu sei que eu realmente sinto falta de ligar pra minha vizinha e dizer: "vamos jogar vôlei no meio da rua?" e ela dizer:"óbvio, já ia te ligar". E a gente jogar até escureçer.

O lado bom, da vida adulta, é que, mais do que nunca, eu andei entre grupos tão diferentes de pessoas.

Agora eu não sei, se eu sinto falta de uma amizade, ou de um namorado que seja um amigo, ou dos dois.
Não sei se tudo isso é carência, o que sei é que o fato de não ter um grupo definido, sempre me fez leventar com as próprias pernas quando algo dava errado, ou quando eu precisava tomar responsabilidades pelas minhas atitudes.
Aquela coisa de brigar com alguém e fazer com que o pai fale com a pessoa, ao invés da própria pessoa, ou procurar um emprego, ajudar dentro de casa, sei lah, são coisas que fazem tu crescer como pessoa, te deixam mais forte.
E isso eu tenho certeza que sou. Forte.
=)

Nossa, que mudança de post, cruzes jorge eduardo.

beijo galere!

Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009

Stairy Night



Jorge Eduardo diz (12:15 AM):
HAHAHAHAHAH
someday
when i'm awfully low
and the world is cold
i will feel a glow
just thinking of you
and the way you look
tonight
Curly Passion. diz (12:16 AM):
tonight
' Jorge Eduardo diz (12:16 AM):
ai ai, estou tão romântico
x)

Curly Passion. diz (12:16 AM):
eu gosto.
' Jorge Eduardo diz (12:17 AM):
do que?
música ou eu romântico?
Curly Passion. diz (12:17 AM):
both
' Jorge Eduardo diz (12:17 AM):
awn
' Jorge Eduardo diz (12:21 AM):
hahaha
cortando o clima romântico
http://www.youtube.com/watch?v=FeGqpjO3WDo
Curly Passion. diz (12:24 AM):
...
what
the
fuick
fuck
' Jorge Eduardo diz (12:24 AM):
HAHAHAHAH
viu?
' Jorge Eduardo diz (12:25 AM):
quero ser imigrante em coimbra. xD
Curly Passion. diz (12:25 AM):
e eu proxeneta
' Jorge Eduardo diz (12:25 AM):
HHAHAHAHHAHHAHA
' Jorge Eduardo diz (12:27 AM):
enfim
tem uma outro música que eu acho o ápice do romântico
XD
Curly Passion. diz (12:27 AM):
your song?
sei toda no piano
' Jorge Eduardo diz (12:28 AM):
haha
' Jorge Eduardo diz (12:29 AM):
não
let's go to the park
i wanna kiss underneath the stars
maybe we'll go to far
we just don't care
http://www.youtube.com/watch?v=M4R_oswROic
Curly Passion. diz (12:29 AM):
tu e teus parques à noite
' Jorge Eduardo diz (12:30 AM):
HAHAHAHAHAHA
não tem quase nada melhor do que deitar na grama às 3h da manhã e olhar o céu estrelado
ainda mais se for bêbado no reveillon
=)
Curly Passion. diz (12:31 AM):
te digo
Curly Passion. diz (12:32 AM):
deitar as 3h da manha na grama, depois de ter deitado as 16h numa pedra gigantesca que fica no meio de um rio, pelo qual tu nadou vendo teus proprios pés, nadou até chegar à pedra
' Jorge Eduardo diz (12:33 AM):
:D

Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009

Now or Never

Sabem quando tu quer muito que algo aconteça e essa coisa só depende de ti pra acontecer, e mesmo tu tendo tudo que tu precisa fazer as coisas acontecerem, tu não faz. Fica inerte.
Isso chateia muito, normalmente se refere a uma coisa simples, como procurar emprego, ou iniciar uma dieta.
Mas é tão engraçado, tudo que a gente precisa pra fazer isso está ali, e mesmo assim não fazemos, e o pior, é que ficamos chateados com isso. Essa coisa que falta nas pessoas as vezes, comigo sempre foi temporário, uma hora ou outr a gente acorda, e faz tudo que tem que fazer, mas a cama parece que nos chama pra ela.

Isso aconteceu com esse blog, eu queria ele faz tempo, e na realidade de outra forma, mas eu fui me arrastando pra fazer e também não corri muito atrás de aprender como fazer ele do jeto que eu queria. E nossa, eu queria muito ele, faz tempo, mas eu sempre acabava fazendo outra coisa. O bom, que hoje ele está aqui, não exatamente como eu queria, mas ao menos está aqui. Talvez até seja bom, eu ir construindo ele aos poucos, e fazer com que ele evolua junto comigo.

Enfim, eu tenho várias metas para o ano de 2009, uma mais difícil que a outra, espero que daqui a um ano, quando eu ler isso eu não fique decepcionado.

Acho que vou colocar algumas aqui:

Frequentar academia
Aprender um novo idioma
Aprender a programar
Não ter contas pra pagar
Passar no Vestibular
Passar no TRF

Enfim, o que eu concluo, é que muitas as vezes a gente vai levando com a barriga, sem tomar uma atitude por que continuar como está parece mais confortável, eu acho que a verdade é, que não se tem como conseguir o que se quer sem se esforçar, pq se assim acontecer, não vai ter valido apena.
A valor daquilo que se tem, está na dificuldade que se teve para obte-lo.

Isso me lembrou uma conversa:
Fulano diz: Eu sou misterioso...
Jorge pensa: "coitado, mal sabe ele que o mistério que envolve uma pessoa está na vontade que as outras pessoas têm de descobrir a pessoa...o que não é o caso..."

que mau.
:P